quinta-feira, 3 de março de 2016

Tentando fazer o melhor de 2016


Madrinha outra vez

No último fim de semana eu fui madrinha pela segunda vez.


Eu já tinha sido madrinha em outubro, e finalmente chegou o casamento de fevereiro

O fim de semana foi uma correria para cumprir toda minha agenda. Me senti político em época de eleição. Quinta fui pra Vitória, e cheguei já era noite. Na sexta de manhã fomos para Guarapari para a festa da minha família, então sábado eu saí da festa e fui direto para o casamento, em vitória, depois da festa do casamento fui dormi em Cariacica e no domingo voltei pra Guarapari para a festa da família. Aproveitei as últimas horas da festa e domingo de noite voltamos para Cariacica e na segunda voltei para Porto Alegre. 

Não tente ler esse último paragrafo de novo para entender melhor....acredite em mim.....não tem como entender melhor. 

Eu não consegui fazer uma super produção. Passei todo sábado na piscina, e quando fui me arrumar a minha cunhada me ajudou a arrumar o cabelo e eu mesma fiz uma maquiagem mais natural (não me arrisco a tentar uma super e dar errado). 

O meu vestido...bem, eu não fiz uma postagem sobre a procura do meu vestido porque eu nem procurei. Uma semana antes de viajar fui na loja que aluguei o vestido do outro casamento para alugar o desse. 

E eu escolhi este aqui:


Olha como ficou em mim (foto na loja):


E como ficou em mim no dia do casamento:



 

Então passou toda essa correria. E vou dizer uma coisa, 2016 já começou a 120 por hora. Que correria. E pelo que tudo indica, o ano todo vai ser assim. Eu queria tanto que 2015 acabasse pra ver se o ano novo seria mais calmo, mais tranquilo, com um pouco mais de paz de espírito e tempo para me dedicar à minha alma.....mas pelo visto o universo nem se deu conta que 2016 começou, ele está encarando como uma continuação de 2015. Credoooooo. 

Mas não tem jeito não, estamos em março, não tem como esperar por 2017 pra ver se melhorar. A solução é trabalhar duro para fazer deste ano um ano melhor......do melhor jeito possível.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Tentando lidar com aquele 1%

Resuminho básico

Vamos lá fazer um resuminho básico de 2015 e de 2016 até agora. 

Em 2015 eu tentei me libertar. Me libertar de mim mesma. 


Eu tinha (tenho) uma mente muito conturbada e focada só nessa coisa de dieta e coisa e tal. E ao mesmo tempo andava tão deprimida com algumas coisas. Enfim, decidi me libertar, parar de me pesar, tentar fazer o que é correto e esperar o melhor do processo. 

Eu senti (sinto) as roupas ficando folgadas, roupas antigas dando em mim.....e a verdade é que apesar de eu ter me proposto a me pesar no fim do ano....eu ainda não o fiz. E vou ser bem sincera: tenho medo. Medo de não gostar do número. Dele não ser suficiente para mim. 





E para não avacalhar o que (aparentemente) está dando certo. Eu quero me pesar num momento em que eu esteja tão feliz comigo mesma, com meus resultados, que o número da balança não faça diferença. Que eu consiga aceitar e ficar feliz com o meu resultado. E este momento ainda não aconteceu. 

Então resolvi continuar tentando me libertar (da balança).


Porque isso não acontece de um dia pro outro. É um processo....é uma batalha diária. Eu to aprendendo e cada dia é uma luta.

E eu comecei 2016 é assim. Dentro de todo esse processo. 

Voltei das férias  cuidando da alimentação (como tenho feito nos últimos meses), mas ainda sem poder malhar por conta do tornozelo ainda machucado. Sim, ele ainda está doendo. 

Na segunda eu fui fazer um exame (que ficará pronto na outra semana), e segundo a médica que fez o exame ela não achou nada. Ela passou o aparelhinho bem no lugar que doía, e ainda assim disse que não achou nada. Só faltou me dizer que era psicológico. 

Bom, agora é esperar o exame ficar pronto e levar pro médico. Se ela não achou nada....que seja nada mesmo, assim posso voltar a malhar. 

Mas devo confessar que o anti-inflamatório que ele me passou eu não tomei. O marido tinha médica dias depois e levei a receita pra ela ver, ela me disse que o tal remédio incha muito. Que eu ficaria inchada por uns 20 dias.....ohhhhhhhh, não. Ela me perguntou se tava doendo e eu disse que tinha melhorado bastante e por fim ela disse: "então, não precisa tomar". E eu não tomei. Vamos ver o que acontece.

O que eu sei, é que espero muito de 2016. O ano tá aí pra ser aproveitado. E eu espero usar ele todinho.....

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

E, finalmente, começou 2016

É...carnaval passou, e assim finalmente começa - oficialmente - 2016. 


E gente......já passou 1 mês nesta brincadeira. Se você ainda não começou a se focar....já passou da hora. 

Bora que 2016 tá aí pra ser aproveitado da melhor maneira possível!

domingo, 31 de janeiro de 2016

Na cachoeira

Mais uma história sobre as minhas férias......

Como estávamos com amigos lá no E.S. decidimos  mostrar um outro lado do estado, não só as praias. Fomos para as cachoeiras. Fomos para Véu de Noiva, em Santa Leopoldina. O lugar é lindo. Sempre vamos lá. Mas o bom de lá é ir durante a semana. E ainda assim temos que compartilhar o lugar com algumas pessoas....mas o fim de semana é terrível....lotado demais. 


Enfim, fomos lá, onde tem um parque com uma piscina natural......para quem gosta da natureza....é simplesmente perfeito. E vamos deixar uma coisa clara neste momento. Eu gosto de natureza. Amo a natureza. Mas....tenho uma certa dificuldade de conviver com ela. 

O meu problema é com os bichos que não vemos. Eu entrava na piscina já preocupada com os peixes que poderiam ter (e tinham) por ali. 

Então, num certo momento estávamos (eu, marido, casal de amigos e o filho deles) sentados na beirada da piscina e a minha sobrinha (que já está com quase 13 anos) lá no meio da piscina, quando o meu marido olha e vê uma cobra, bem pertinho da minha sobrinha, quase que dando um beijinho no ombro dela (a cobra deve ser fã da Valesca Popozuda).

Mas deixa eu contar direito a história: passamos um dia falando de cobra. Quando estávamos indo pra lá, o gurizinho (filho do casal de amigos) disse que a a vó dele sempre disse que quando está na mata e assobia, está chamando uma cobra, e ele vem. E passamos o dia com essa história. Até que que no momento que estávamos na borda da piscina natural e a minha sobrinha lá no meio, ela disse: "Não tem cobra aqui, né?" E meu marido respondeu "não, aqui tem muita gente......olha a cobra". 

A minha sobrinha começou a debater na água pra sair e eu puxei ela. Com isso a cobra se assustou e saiu "correndo" por cima da água para o outro lado. Todo mundo saiu da água. E demoraram uns 40 minutos para ter coragem de voltar pra água. E quem foi a primeira pessoa que voltou pra água? Minha sobrinha. Ela é mesmo muito corajosa. 

A cobra....era assim:



Segundo o Google, é conhecida como cobra cipó.  Que na verdade é sim uma cobra venenosa (ao contrário do que pensam). Mas o dente que injeta o veneno é bem no fundo da garganta e é inclinado pra trás, o que torna muito raro os casos em que realmente injetaram veneno em alguém. Ai que medo. 

E eu tinha um certa (mas não muita) tranquilidade por saber que cobras, na água andam por cima dela. E as tornam visíveis. 


Mas assistindo um programa outro dia na TV descobri que a sucuri por exemplo (aquela cobra que mata abraçando e engole a pessoa inteira) é uma cobra semi-aquática e prende a respiração debaixo da água por até 10 minutos.....o que me faz ver o mundo natural com outros olhos. Tudo bem que ela é uma cobra mais do norte e da Amazônia. Mas sou assim....medrosa. Muito. 

Pra ter uma ideia, no dia da prancha de stand up eu até pensei em sentar com a bunda na prancha e colocar os pés dentro da água. Mas aí....sou uma pessoa medrosa, e logo pensei no tubarão. Sim, no E.S. não tem tubarão...mas tem um monte de lugar que não tinha e descobriram que eles estavam ali depois do primeiro ataque. E a maioria dos surfistas atacados por tubarão eles estavam em cima da prancha mas com os pés na água, mexendo os pés. Na visão do tubarão, não é uma pessoa, é uma presa. Preferi lesionar o tornozelo que dar de cara com um tubarão (eu e minhas teorias....). E eu sempre digo: se você está na praia, não seja a última pessoa, aquela mais no fundo, mais perto do alto-mar. Porque quando o tubarão vier, vai atacar primeiro quem tá mais perto kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Não seja essa pessoa.

Dias depois, estávamos na casa de praia e começamos a falar em ladrão. Falamos tanto, tanto, tanto....que chegou uma hora que eu disse: "Por favor, vamos mudar de assunto.....viram o que aconteceu com a cobra....". Bora falar de dinheiro!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...