quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Chia

Vocês já ouviram falar da chia?


Chia é uma semente (mas que pode ser consumida no formato de semente, óleo ou farinha) que promete acabar com a fome e ajudar a emagrecer. Eu a conheci através de uma guria do face, e é claro que eu ia experimentar. 

Bom, primeiro vamos falar da chia, olha o que eu achei por aí na internet:

O que é: originária do México, a chia é uma semente que foi muito consumida por civilizações antigas, principalmente por quem precisava de força e resistência física.
 
Composição: entre os principais componentes está o ômega 3 - em teor mais elevado do que o encontrado na linhaça. também tem fibras, cálcio, magnésio, potássio e proteína. O poderoso grão possui: 

· 2 vezes mais potássio do que a banana
· 3 vezes mais ferro do que o espinafre
· 6 vezes mais cálcio do que o leite integral
· 8 vezes mais ômega 3 do que o salmão
· 15 vezes mais magnésio do que o brócolis
 
 Bem, como podemos ver, nutritivamente falando, este grão é mesmo poderoso.


 Sua semente também é considerada como uma boa fonte proteica por possuir um alto teor de proteínas, sendo em sua maior parte aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que não são produzidos pelo nosso organismo (isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e histidina). Para se ter uma ideia, precisamos consumir cerca de 50 gramas de proteínas todos os dias de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), considerando uma dieta de 2 mil calorias diárias. Isso significa que 25 gramas de chia contém 8% da proteína que precisamos em um único dia.

E segundo a nutricionista Flávia Cyfer, a chia age em três frentes distintas que auxiliam no emagrecimento

· Causa saciedade: suas sementes são mucilaginosas, ou seja, ricas em fibras e ao entrarem em contato com a água, formam um gel no estômago. diante dessa reação, a digestão torna-se mais lenta. Assim, o indivíduo fica satisfeito mais rapidamente e, então, passa a consumir porções menores.

· Combate inflamação: a gordura é resultado de um processo inflamatório do organismo, que deixa de enviar mensagens de saciedade ao cérebro. Com isso, perde-se o controle sobre a fome a ponto de comer e nunca se sentir satisfeita. O ômega 3 presente no grão combate essa inflamação, ajudando o corpo a recuperar o controle sobre o apetite.

· Desintoxica: a fibra regula o trânsito intestinal e limpa o organismo.
 
Além disso, o consumo regular de chia pode ser benéfico para evitar a formação de gordura localizada, outra grande inimiga de quem luta contra os ponteiros da balança. Um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition validou uma pesquisa em que onze indivíduos saudáveis consumiram a semente por 12 semanas e obtiveram redução na glicemia após a refeição, ou seja, não houve picos de insulina no sangue, sendo assim, a glicose foi liberada lentamente no organismo. Tal processo evita que a gordura seja acumulada e, por consequência, afasta o excesso de peso. Os participantes do estudo também relataram diminuição do apetite até 120 minutos após o consumo da refeição, diferentemente dos indivíduos que não consumiram a chia, mostrando assim seu efeito no aumento da saciedade

Além de ajudar o corpo a entrar em forma, a chia colabora na redução do colesterol, controla a glicemia, ajuda na formação óssea, previne o envelhecimento precoce e melhora a imunidade do organismo.
 
Contraindicações: qualquer pessoa pode ingerir a semente. Porém, devido ao alto teor calórico, o excesso pode levar ao ganho de peso. Logo, para emagrecer, consuma no máximo 2 colheres de sopa (aproximadamente 25g)  por dia.

 
Ela é realmente muito calórica. Mas também muito nutritiva. Vale a pena ser consumida com moderação. 

Entretanto, a chia em excesso, pode levar a constipação intestinal (justamente por ser rico em fibras, principalmente se o indivíduo não tomar quantidade suficiente de água) e pode levar a desconfortos gástricos uma vez que retarda a saída dos alimentos do estômago. E o consumo excessivo de fibras pode interferir negativamente na absorção de minerais como cálcio e zinco. Então, nada de exagerar.

Como consumir: pode ser encontrada de três formas - in natura (grãos), óleo e farinha. Mas independentemente do jeito que você prefere consumi-la, a chia deve ser ingerida 30 minutos antes de duas das suas principais refeições diárias (café da manhã, almoço ou jantar).

O grão pode ser consumido puro ou misturado a frutas de sua preferência. O ideal é comer uma colher (sopa) da semente 30 minutos antes das refeições. O óleo pode ser usado como tempero. Acrescente uma colher (sopa) do alimento em saladas, independentemente da quantidade de folhas. Contudo, a nutricionista Flávia Cyfer faz uma importante ressalva neste caso: a versão líquida de chia não conta com os benefícios das fibras, encontradas exclusivamente na farinha e na versão em grãos. Os demais componentes, como o ômega 3, permanecem inalterados. Para consumir a farinha, adicione uma colher (sopa) no preparo de iogurtes, vitaminas e saladas.

Informações retiradas dos sites: M de Mulher e Minha Vida.

Agora a minha experiência (não poderia faltar):

Como a minha dieta natureba, eu estou tentando acrescentar alimentos no meu cardápio da forma mais natural possível. Então, na hora do lanche, que eu já comia 1/2 fruta com 2 col de iogurte natural e 1 col.  de granola ou aveia, eu acrescentei a chia. Coloco 1/2 col. de sopa de chia e 1/2 col de granola ou aveia. Eu gosto da granola, gosto da aveia. Não queria simplesmente substituir. E isso são 2 vezes ao dia. No lanche da manhã e no da tarde. 

Se eu senti uma perda de peso maior? não.
Se senti meu intestino teimoso mais regulado? não. Aliás ele anda mesmo é bem desregulado. 
Se senti uma diminuição significativa na fome? não. Aliás ando com muita fome como sempre.
Então vou desistir da chia? não. 

Bom, é minha opinião, é o que aconteceu comigo. Acredito que as pessoas são diferentes, tem organismo que se comportam de modo diferente. O que serve pra mim não vai necessariamente servir pra você. E vice versa. Em primeiro lugar, é por isso que estou falando da chia apesar de não notar grandes diferenças. Porque com você pode funcionar milagrosamente. Acho que temos sim que, ao poucos, tentar os diferentes produtos (desde que naturais) e ver o que é bom ou não para nós. 

E em segundo.....bom, não é porque a minha fome não desapareceu e eu ando com o intestino lento - como sempre - que vou desistir. Mesmo porque isso pode ser uma fase do meu organismo e a chia pode me surpreender futuramente. E eu acho que são benefícios de mais em poucos grãos para eu largar de mão. É muito nutriente para que a chia seja deixada de lado. 


Então, oficialmente, incluí a chia - em pequenas doses - no meu cardápio. Pode ser que isso não me deixe muito mais magra ou com pouca fome, mas com toda certeza, me deixará mais saudável.

Roupa suja se lava em casa

Verão chegando, sol se firmando.....hora de arrumar o guarda roupa. E para isso que lavo quase tudo o que há nele, principalmente a roupa de verão, que ficou meses trancado lá e tá cheirando a roupa guardada.

E eu comecei pelas roupas de ginástica. Já que retomei a malhação e coisa e tal, decidi começar por elas. 


Ontem eu lavei quase de 60% das roupas de ginástica. O varal daqui de casa tem uns 4 metros, cada um. E são 3. E acredite, quase que não deu para colocar esses 60%, ou seja.......é roupa de mais.

E acho uma ironia eu ter tanta roupa de ginástica e não malhar. 

Mas é que tenho da época em que eu malhava. Fazia academia. Ia de manhã, o meu marido ia trabalhar e já me largava na academia, eu fazia de 2 a 3 horas de manhã. Alongamento, jump, bike, musculação, e sempre que dava, voltava de noite para fazer alguma das aulas. Por isso eu tenho tanta roupa, usar uma roupa por dia, e ás vezes duas.....sem falar que tem roupa de verão e de inverno. Mesmo para malhar, as roupas de inverno não dá para serem usadas no verão. Não dá mesmo. E vice versa. 


Tá, confesso, como em tudo que faço, exagerei. 

Inacreditável como uma pessoa que malha tanto, depois desiste de tudo. Mas é que eu tive o problema na coluna, e não podia fazer quase nada, e isso foi me desanimando....até que desanimei por completo. E depois que desanima, para se animar de novo é um sufoco. 

Mas a questão é, o meu guarda roupa está lotado de roupa de ginástica, e eu vou justificar cada uma delas. Ainda não voltei para academia, faço em casa (tenho jump bastão, caneleira), eu improviso. Tô querendo comprar um transport pra mim (o que alguns chamam de elíptico), e pretendo em breve voltar para academia para fazer musculação. Mas até lá, faço planos de fazer caminhadas e seja lá o que for necessário. Vou ter em mente que quero usar minhas roupas, e usar isso como desculpa para malhar. Ahhhh, comprou uma tonelada de roupa de ginástica, agora usa. 

Aí vocês podem dizer: mas nem tudo está perdido. Roupa de ginástica é roupa. Você ainda pode usar mesmo que não seja para malhar.

Mas aqui entra a minha opinião. Gente, é apenas a minha opinião, sem nenhum fundo científico. Quem gosta, por favor não fique chateada. Mas preciso dar a minha opinião: roupa de ginástica é para fazer ginástica e não para ir no mercadinho. 

Olha, eu até aceito usar legging  compondo um look. Desde que se um salto, uma bota....aí até fica lindo. 


Mas isso de usar legging, tênis e camiseta o dia todo. Parece que você está indo pra academia. Sempre.

Se você está realmente indo ou vindo da academia. Tudo bem. Justifica você estar com roupa de ginástica mesmo no mercadinho. Se você está caminhando ou coisa do tipo, também. Mas tem gente que usa como uniforme. Usa isso todos os dias. Legging, tênis e camiseta. Ahhh, porque é confortável. Um vestido é muito mais confortável e bonito. Para quem olha de fora, uma pessoa que tá sempre com legging e camiseta, parece preguiçoso e um pouco de falta de amor próprio. Sabe, parece uma pessoa que não quer se arrumar por não gostar de si. É isso o que parece. Como eu disse, é a minha opinião. Não gosto. Não uso. 

Sendo assim, só tem um jeito de eu justificar tanta roupa de ginástica: malhando!

E é o que vou fazer!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Retomando a malhação

Antes tarde do que nunca.

Na semana 8 eu fiz um ensaio de malhação que não durou 2 dias, mas agora vou pegar sério, para ver se consigo potencializar meus resultados. E fica assim, começando com 2 vezes por semana:


Bora malhar!

Peso atual


Balaço geral do desafio - arco íris

Bom, terminando ou não o desafio, esta semana, eu preciso fazer o balanço das 15 semanas. 

Eis o resultado:


Como já sabiam, até a semana 7 foi mesmo um desastre. Mas depois - apesar de alguns deslizes - achei o caminho certo. Emagrecendo 1 quilo por semana. Bem, como eu disse, com alguns deslizes no meio do caminho.

Mas o que importa é que eu estou no caminho certo, e estou indo rumo a minha meta! 

Semana 15

Esta era para ser a minha última semana. Era para eu estar na minha meta. Mas, não segui a dieta a risca desde o princípio, olha só o que deu......ainda estou com 87 quilos.


Mas vou seguir em frente!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Lista de compras

Achei na minha geladeira, bem lá no fundo, uma batata doce......e eu pensei: "É.....batata doce".


Eu não sei se é a idade, e se for, vou começar a me preocupar. Mas eu ando bem esquecida. Eu esqueci que a batata doce é o melhor carboidrato para ser consumido. Nas últimas semanas esqueci de colocar a batata doce no meu cardápio. E ela tem mesmo muitas vantagens.


Mas eu esqueci. Eu sei que até que algo se torne hábito, ele deve ser reforçado constantemente. Então tomei uma decisão simples para ajudar nesse reforço: fazer uma lista de compras.


É mesmo algo bem simples de ser feito, mas que muitas de nós - por pura preguiça - não faz. Mas a lista não só ajuda a não comprarmos guloseimas e a focar em coisas saudáveis na hora da compra, como também ajuda a não deixar de fora coisas que decidimos incorporar na nossa dieta. 

E nos últimos dias eu tenho incorporado muitas coisas. Café com canela, iogurte natural, kefir, a própria batata doce....entre outras coisas que ainda estou testando. Esquecer de algo na correria do dia-a-dia é muito fácil. Então estou elaborando uma listinha de compras. 

Na verdade estou elaborando duas. Uma para eu visualizar, só com as coisas que decidi incorporar na dieta. E outra com as coisas básicas que devem ser compradas todos os meses. Para imprimir e levar para o supermercado. 

E assim eu espero não deixar de fora da minha dieta nenhum nutriente importante. Agora é só ir às compras.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Não


No rumo certo

Antes, um resumo dos fatos:

Estou no desafio do arco-íris. Aliás, estou na semana 14. Comecei o desafio com 89 quilos. Mas as primeiras 7 semanas não foram nada bem. E com isso, na semana 7 do desafio eu estava com 93,2 quilos. Aí eu comecei a levar o desafio a sério, mas os número ainda eram oscilantes. Mesmo assim cheguei na semana 10 com 91 quilos. A semana 10 e 11 foram bem perfeitinhas. E no final da semana 11 eu estava de volta aos 89 quilos, que foi o meu peso inicial do desafio. Gastei 11 semanas e não saí do lugar....tudo bem, bola pra frente. Sei que meu arco-íris foi um misto de sol e chuva, mas agora me sinto no rumo certo.


Agora sim, vamos ao fatos novos:

Depois dos ótimos resultados nas semanas 10 e 11, veio a TPM. E TPM pra mim é uma tragédia. Sempre. Resultado: na quarta eu já tinha 90,8 kgr. Mas.....felizmente foi bem o dia que peguei meu Kefir e comecei a usar. E o meu Kefir me ajudou não só a manter o foco, mas também a controlar o meu peso, mesmo na TPM. Porque na TPM, mesmo com a dieta, eu sempre acabo inchando e isso aumenta os número na balança. Mas desta vez, a história mudou. Como comecei a tomar o Kefir na quarta, vamos esquecer um pouco essa coisa de semana de segunda a segunda, e avaliar as duas últimas semanas, contando de 09/10 até hoje. Olha o resultado:


Eu sei, tem muitas coisas a serem melhoradas. O meu lixo andou atrapalhando e aumentando meu peso nas duas semanas.  Mas no geral eu segui a risca a dieta, e adicionei o Kefir. E mesmo em duas semanas pura TMP, uma literalmente TPM e a outra foi a semana em que estive com a visita mensal......e mesmo em duas semanas tão críticas, consegui eliminar 3,6 quilos. Gente, vocês não estão entendendo. Foram quase 4 quilos em época de TPM. É muita felicidade.

Mas ao mesmo tempo, estou desanimada. Claro que estou. Meus lixos estão atrapalhando, eu no fundo quero mais, queria tudo pra ontem, e não posso usar a comida para confortar essas minhas frustrações. Estou desanimada, chateada, mesmo sabendo que não tenho o direito de estar. Mas vai passar. Vai passar. 

O importante é que das 14 semanas, essas 2 últimas quase que beiraram a perfeição. E eu estou só começando.

Dando uma passadinha na confeitaria

Eu sou católica. Respeito, e muito, todas as religiões. Mas sou católica. Entretanto me casei com um agnóstico. Aquele cara que não acredita e nem duvida. Mais duvida que acredita falar verdade. Só que além de agnóstico, o meu marido é um anjo. Eu sei, ohh contradição. 

Resumindo a história, esta semana fui na missa no meio da semana. E meu marido foi junto. Por isso digo que ele é um anjo. Ele sempre vai na missa comigo para me acompanhar. Só para me acompanhar. Ele não reza, não faz o ritual, não participa, mas fica lá, do meu lado, mostrando todo seu apoio e compreensão. Eu fico toda boba, mas me sinto um pouco mal, me sinto culpada por ele se achar na obrigação de ir por minha causa. Tento ir em dias e horários que ele não poderia ir, mas ele dá um jeito, e vai assim mesmo. Vai comigo. Ele não vai por obrigação. Ele vai por amor. Amor a mim. Eu vou por amor a Deus, e ele vai por amor a mim. 

Enfim, esta semana não foi diferente. Eu fui na missa e foi ele atrás. 

Depois da missa, eram 18:30 e eu não tinha comido o sanduba das 18hs, e logo constatei: estou com fome. 

E ele aproveitou a situação para me levar no Maomé. Bom, quem é de Porto Alegre vai entender, porque fui na igreja da redenção e a confeitaria Maomé fica quase do lado. Aliás a tradicional confeitaria Maomé é simplesmente maravilhosa. 


Eu poderia dizer não. Poderia. Mas não disse. No fundo, a verdade é que eu não poderia dizer não. O meu marido agnóstico acompanhou a sua esposa, eu, à missa. E agora eu, a esposa de dieta, teria mesmo que acompanhar o marido comilão à confeitaria. Não tinha como dizer não.

Então lá fui eu, desanimada e com fome, dar uma passadinha na confeitaria. Isso não poderia dar certo!

Mas deu. Sim, eu tive que passar bem em frente das vitrines de doces e tortas, sim eu olhei para elas, mas não, não as comi. Vontade não faltou. Claro que não. E nem força de vontade.

Me limitei a um sanduíche natural de frango e palmito acompanhado por um suco de uva. O meu marido conseguir o que ele queria e eu também. No final, todo mundo ficou feliz. 

Adoro sair com meu marido. Eu me sinto na época em que a gente namorava. Adoro. Ele é uma ótima companhia. Amo sair com ele, principalmente quando isso não compromete minha dieta. Mais uma batalha vencida! Ponto pra mim!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Fazendo compras

Eu sei que prometi não comprar nada antes de chegar na minha meta....mas é que é muita pressão: quero comer coisas que não posso, quero a casa pronta pro natal e não sei se ficará, quero mais atenção do marido que por estar com problemas na tireoide e anda um tanto distraído......em alguma coisa eu precisava descontar.

E olha que ando completamente sem tempo. Não consigo nem ir ao shopping....mas aí descobri uma rota de fuga: compras pela internet. Ainda mais com os sites em liquidação, vendo roupas lindas pela metade do preço. Resumindo: eu comprei. 

E finalmente comprei uma peça da TVZ, marca que eu amo, mas nunca tinha comprado. 

Olha que lindo o meu vestido novo:


Minha cara, né? 

Simples, elegante, chiquérrimo. E custou apenas R$ 150,00. 

E eu deixei lá na loja virtual outras peças que estou namorando, mas que infelizmente não tem mais a minha numeração (mas a esperança é a última que morre). Olha que lindos:

(Este vermelho eu usaria com um cinto. Elegantérrimo)

(Amei este pretinho básico)

(Este branco até tem a minha numeração, mas o preço ainda tá mais alto que os outros)


Lindos, né?
 
Lindos e na liquidação. Combinação perfeita!

E foi bem assim que aconteceu....


Por quê?

Outro dia estava eu deitada na cama, tentando dormir. Coisa que, às vezes, eu não consigo fazer. 


Provavelmente por que meu corpo não estava querendo ir se deitar. Mas quando são 23:30, você já comeu todo o seu cardápio do dia, e a fome começa a querer aparecer, bom, você percebe que, definitivamente, tá na hora de ir dormir. 

Não sei se foi o cansaço, o desanimo (que ainda sinto) ou a fome. Mas eu pensei numa barra de chocolate. E não em qualquer uma. Mas na pior delas: chocolate branco. 

E eu me lembrei da minha antiga vida. Que eu comprava 1 barra de chocolate, 1 pacote de biscoito recheado, 1 pacote de chips e 1 pacote de amendoim. Tinha algumas variações, mas basicamente era isso. Eu ia no mercadinho e fazia meu rancho compulsivo. Sentava em frente a TV e comia tudo de uma só vez, alternando entre doce e salgado. Essa era a minha vida. Não é a toa que sou gorda. E naquele momento eu era feliz. Claro, 10 minutos depois estava me odiando, infeliz, chorando.....mas no momento em que eu comia, eu era feliz. 

E ali, deitada na cama, recordando isso tudo, eu pensei: Por quê?

Aí vocês vibram e dizem: isso mesmo, por que comer tanta coisa? É assim mesmo, é isso que você tem que se perguntar. 

Mas não foi o caso. Como sabem, ando desanimada. E a pergunta que me fiz foi: por que não posso sentar em frente a TV e comer uma barra todinha de chocolate branco? Sim, 200 gramas de pura gordura e açúcar, eu sei. Mas por quê?


Ahhhhh, lembrei na hora do livro que estou lendo, e pensei: é verdade, sou uma viciada em açúcar. O açúcar libera uma coisa lá no cérebro que me dá uma felicidade instantânea, e é isso que eu estou querendo neste minuto. A felicidade fácil.

Mas por quê? Por que não posso ter a felicidade fácil? Por que não posso sentar em frente a TV e comer uma barra todinha de chocolate? Por quê?

Eu sei, o meu corpo tá pedindo açúcar, porque isso o faz se sentir bem. Mas por que não posso dar?

Ahhh, o livro...é uma felicidade ilusória, temporária....mas por que não posso me entregar de cabeça a uma felicidade ilusória e temporária? Por que não posso ser feliz devorando chocolate. Por quê?

Que chato esse monte de porquê. Eu sei. Mas naquela noite, foi assim que me senti, sendo chateada por um monte de porquê.

E aqui sinto a necessidade de fazer uma observação. Por que algumas de vocês podem pensar: vai, come um pouquinho de chocolate para passar essa vontade e deu. Não. O que está em jogo aqui não é um pouquinho de chocolate. Não quero uma fileirinha de chocolate. Quero um chocolate inteiro. Hoje e amanhã. E depois de amanhã. Todos os dias. 

E como sabem, adoro usar a moda para me inspirar. E como nada estava me inspirando neste momento, eu comecei a pensar em todas as roupas linda que eu queria usar. Algumas em meu guarda-roupa, outras ainda nas lojas esperando que eu fosse buscá-las. Comecei a pensar em todas as roupas lindas que eu queria usar.




Mas a Adora estava terrível naquela noite. Conhecem a Adora? Se não a conhecem, clique aqui para conhecê-la. A Adora estava terrível. Então eu me perguntei: Por quê? Por que roupas lindas te fazem tão feliz? Por que abrir mão de comer chocolate TODOS os dias, para usar uma roupa linda de vez em quando? Vale a pena? Não, não vale a pena - respondia a Adora. 

Mas eu continuava, lutando, me imaginando nas roupas lindas......e a Adora ecoava: eu prefiro chocolate. 

Naquele dia, não foi fácil dormir. E apesar de usar parte da noite para tentar chegar a algum consenso, eu não acheguei a lugar nenhum. Não consegui me convencer do porquê não poderia devorar metade do estoque do mercadinho em uma única tarde. Por que não poderia me entregar a essa felicidade, por mais efêmera que ela fosse.

For assim que peguei no sono. Travando uma batalha entre She Ra e Adora. E na manhã seguinte, ainda ouvindo todas as argumentações da Adora na minha cabeça, fiz a única coisa que realmente poderia ser feita naquele momento: acordei, tomei um banho e continuei seguindo a minha dieta. 


Não, eu não consegui me convencer a não comer o chocolate. Mas desistir da minha dieta não é uma opção. E apesar de não saber - por enquanto - por que não posso avacalhar com tudo, eu não vou avacalhar. 

E hoje, com a cabeça mais tranquila, apesar de ainda estar cheia de dúvidas, eu percebo uma coisa: a questão é que eu sempre avacalho com minhas dietas. Sempre. Sempre como algo que não deveria. Mas na ultimas duas semanas, eu estou seguindo firme e forte. Fazem apenas 2 semanas que eu não faço nada além do que eu realmente deveria fazer (considerando que o lixo faz parte da dieta). 

Isso que eu senti naquela noite foi abstinência. E é também por isso que estou desanimada. Desintoxicar o organismo não é algo fácil. O meu corpo está reclamando. Está querendo açúcar e todo aquele sentimento que o doce provoca. E neste momento, para meu corpo, não há vestido lindo que justifique, não há verão chegando que o faça pensar. Ele só quer um pouco de açúcar. 

Mas eu não dei. Faltam 10 semanas para a virada do ano. E ainda estou a 13 quilos do que eu queria estar. E 10 semanas e 13 quilos são coisas que parecem não combinar. E isso me deixa - também - desanimada. Mas eu sei que afogar as minha mágoas no chocolate não vai resolver. Não vai. E apesar de eu querer muito, provavelmente não estarei no auge da perfeição quando 2014 entrar. Mas uma coisa eu garanto, e é por isso que não sucumbi ao chocolate: estarei muito melhor do que estou hoje.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A Teia de Aranha Alimentar - Segunda Parte: Por que engordamos tanto

Para quem está chegando agora, as outras partes do livro: 

 
A primeira parte do livro eu dividi em duas partes. E agora, com a segunda parte, eu vou fazer o mesmo. Senão o post fica muito grande e cansativo.  Vamos lá então para a continuação:


O autor começa a parte 2 do livro contanto uma história, com uma personagem que ele chama de Silvia. Mas acho que ele se enganou. O nome dela é Fernanda. Porque a história, definitivamente, é sobre mim. Gostei tanto da história que vou coloca-la aqui:
 
Segunda-feira, sete e meia da manhã. Silvia se levanta e começa sua rotina diária. Vai para o banheiro tomar banho, mas antes, como todo dia, sobe na balança...
 
 
Não pode ser! Dois quilos a mais?! Se pesava 90 quilos na sexta-feira, como é que a balança tá marcando 92 agora? Irritada, começa o banho e pensa como é que pode ter engordado tanto. É verdade que não fez a dieta ao pé da letra, que na sexta à noite foi à casa de Marta e não conseguiu resistir aos canelones caseiros que a amiga ofereceu. É que....estavam tão deliciosos...!No entanto, três canelonezinhos não podem engordar 2 quilos! Talvez tenha sido o vinho, pois, embora só tenha tomado dois copos, dizem que o vinho fixa as gorduras. Ou a sobremesa.. mas era torta de maçã, e maçã não engorda....
 
Continua a recordar.... o que comeu no sábado? Ah, é verdade que teve um churrasco no almoço, na casa da filha...Mas, acontece que se cuidou, só comeu carne com salada....e um sanduiche de linguiça. Senão, que sentido tem um churrasco? E também era um sanduichinho, não pode ter engordado tanto. Além do mais nada até à noite. Foi ao cinema com Mario, seu marido, e apesar de ver todo mundo comendo pipoca sem parar, não comprou. Depois do cinema, foram comer uma pizza, mas ela se cuidou: só comeu duas porções e antes da dieta sempre comia quatro ou cinco. Na verdade, não entende o que aconteceu. E no domingo....De manhã fez ginástica, depois se cuidou, comeu frango com tomates e só transgrediu um pouquinho no lanche, comeu uns biscoitinhos. O jantar foi leve, mas talvez tenha comido muito pão....

Sai do chuveiro e se olha no espelho. Tenta encontrar alguma forma harmônica em seu corpo, mas não consegue, a imagem lhe devolve um par de seios gigantes, um ventre protuberante, pernas que há muito deixaram de ser excitantes. Antes, costumava se gabar de ter lindas pernas, agora nem isso. Contempla seu rosto e reconhece um lampejo de beleza em seus olhos, olhos que eram tão expressivos e que agora se perdem como duas luzinhas no fundo de sua cara inchada. O que houve? Como chegou a esse estado?

Parece que estão falando de mim – fora a parte dos seios gigantes. Mas no resto... ele está falando de mim. Sabe que o engraçado é que quando lemos a história de fora percebemos todos os erros da personagem. Mas quando acontece com a gente, insistimos no “não sei porque engordei tanto”. Quando chega o fim de semana, a gente costuma exagerar mesmo. Por quê? Por quê? Por que nos conformamos com “foram só dois pedaços, antes da dieta seria a pizza inteira”? Como era antes da deita não importa. Se importasse não estaríamos gorda agora. O que realmente importa é o quanto podemos comer para que não se saia descontroladamente da dieta. O quanto podemos comer para ter um copo magro. É nisso que devemos nos basear. Temos que parar de comer descontroladamente e nos perguntar: por quê? Por que nos descontrolamos tanto com a comida?


É preciso perguntar por que a vontade de Silvia sucumbe em determinadas situações e diante de certos alimentos. O componente psicológico é, sem dúvida, crucial no processo de engorda, pois a pessoa chega a um ponto que já incorporou todos mecanismos compulsivos, evasivos, transgressores e, ao mesmo tempo, de culpa e autoenganadores, que já não sabe mais para que lado atirar. Está tão grudada à comida e a esse mecanismo que não pode mais escolher. Porque para escolher a forma com quer viver (magra, linda, ágil, saudável) precisa, em primeiro lugar, desestruturar o estado em que está e treinar uma nova escolha. E não se trata de uma tarefa fácil quando a mente da pessoa está obscurecida pela presença da substância aditiva. Dissemos que o corpo de Silvia fala a verdade. E qual é essa verdade? Muito simples: Silvia mede 1,65 m e pesa 92 quilos. Calculando o Índice de Massa Corporal (IMC), veremos que é de 33,8, cifra que confirma a obesidade. Obesidade é: ‘O excesso de gordura corpora que afeta a saúde psicofísica do indivíduo’.

IMC. Índice de Massa Corpórea. Se você ainda não sabe como se calcula, eis a fórmula:



 Vamos lá calcular o meu (já calculei umas mil vezes, mas vamos lá de novo):

Fernanda mede 1,78 e pesa 88 quilos. Calculando meu IMC achamos 27.77, ou seja, sobrepeso. Preciso estar abaixo dos 79 para estar classificada como “peso normal”. Mas isso, de estar acima do peso não é algo só da Fernanda e da Silvia. Hoje muitas pessoas estão acima do peso. Muitas pessoas estão, inclusive, classificadas como obesas. Isso virou um surto mundial. Por quê? (Eu sei, não muitos porquês).

Pois bem, se Silvia tivesse vivido dez mil anos atrás, teria sido uma esbelta caçadora que colhia os frutos da terra, como quase todos os seres humanos daquela época.


 Na realidade, os gordos começaram a existir quando surgiram a agricultura e a pecuária e paramos a correr atrás da comida. A quantidade de gente com excesso de peso foi aumentando paulatinamente até chegar às cifras alarmantes da atualidade, que revelam que nunca houve tantos gordos no planeta.  Mas por quê? Por que hoje, mais que nunca, temos um modo de vida para o qual o nosso organismo não foi desenhado nem está preparado, ou seja: não fomos projetados para a vida de opulência, para encher os carrinhos nos supermercados ou, mais ainda, fazer os pedidos pelo telefone. Fomos criados, isso sim, para andar em busca de alimento e correr atrás da comida, como faziam os homens primitivos.


É que o Homem, na realidade, foi moldado por milhões de anos de fome e escassez de comida. Essa escassez teve um forte impacto no nosso gene, já que só sobreviviam os indivíduos que tinham maior proveito energético da pouca comida que ingeriam. Surge daí a teoria do gene poupador, que me parece central para entender certos aspectos da epidemia atual de obesidade. O conceito é o seguinte: diante da carência de alimentos, as pessoas a quem a genética permitia armazenar melhor – em forma de gordura – a energia ingerida, eram as mais resistentes, as que sobreviviam. Portanto, se esse desenho genético foi muito útil em determinados momentos, na opulência atual ele torna-se inconveniente.

O dr. Enrique Capillo, especialista espanhol em nutrição, sustenta que a obesidade é uma doença da opulência, como o diabetes II, a hipertensão e a arteriosclerose. Concordo plenamente com ele, pois considero que todas essas doenças são sintomas de uma desarmonia entre nosso desenho evolutivo e a vida opulenta

E não é só porque a comida ficou mais fácil, mas também gastamos menos energia ao procura-la. Antes não tinha as facilidades tecnológicas que temos hoje, e qualquer coisa que se fosse fazer gastava um pouco mais de energia. Cozinhar gasta mais energia que descongelar pratos pré-prontos no micro-ondas. Andar por meio da floresta procurando alimentos gasta mais calorias que ir de carro ao supermercado. Hoje temos mais facilidade para consumir e nenhum motivo para gastar. Vamos de carro para o trabalho, a máquina de lavar é que deixa nossas roupas lindas, passamos o tempo livre assistindo TV e para compensar, pagamos academia para correr 1 hora em cima de uma esteira. A vida que levamos atualmente parece não fazer muito sentido. Precisamos não apenas comer menos, mas também gastar mais energia. Deixar a preguiça de lado e fazer as coisas da maneira mais difícil (e possivelmente da mais divertida) para que o corpo se movimente, e que a gente gaste a energia que o corpo teima em estocar.

Agora vamos o que acontece quando um obeso come, em termos de neurotransmissores:

A leptina controla o peso corporal, pois atua sobre o hipotálamo, passando informações ao cérebro sobre o estado dos estoques energéticos. Basicamente ele informa se estamos bem ou se estamos ficando sem víveres."


O que controla todo nosso organismo com uma combinação de vontade de comer e permissão para que a gordura estocada seja liberada e queimada é uma combinação entre a Leptina e a Grelina. A leptina é gerada pelo tecido adiposo. Pelo estoque já existente. E a grelina é gerada no sistema gastrointestial. As suas atuam no cérebro. É o corpo se comunicando para ver como deve reagir com a comida fornecida ao corpo. Como é interessante o corpo humano, não?

"O que ocorre nos casos das pessoas obesas que ingerem alimentos em excesso durante um período prolongado? Os hormônios se alteram da seguinte forma:

- A secreção de leptina aumenta nos obesos e chega a atingir valores quatro vezes maiores que nas pessoas não obesas, o que reflete um estado de resistência a leptina. Isso se dá por causa do mecanismo de ação do receptor, que, quando estimulado permanentemente funciona como uma maçaneta girada ao máximo: acaba travando e não adianta insistir em abri-la. Para isso será necessário soltá-la e destravá-la. 


- A resistência à ação da insulina no músculo é a principal causa do aumento dos níveis plasmáticos de insulina (hiperinsulina) e esta, por sua vez, é o mais importante determinante da obesidade, particularmente de tronco (indivíduos barrigudos), da redução do HDL (bom), do aumento do triglicerídeos, com o consequente desenvolvimento de doenças cardiovasculares e diabetes tipo II.

- Se os níveis de grelina são excessivamente elevados, a pessoa precisa comer mais que o normal.

- As pessoas obesas produzem menor quantidade de peptídeo YY3-36, que é ligado à sensação de saciedade. Nesses casos, a função do peptídeo se altera, pois ele não consegue informar ao hipotálamo os efeitos da última ingestão.

Ou seja, os obesos sentem mais fome e para eles é mais difícil liberar o estoque de gordura que as pessoas normais. São obesos com tendência a engordar. Já ouvimos muito isso. Mas são assim não por sua carga genética, mas porque acostumaram o seu organismo a ser assim. Mas este quadro pode ser mudado. Reprogramando seu organismo. Então pelo viso, se comermos menos, estaremos programando o nosso corpo a se satisfazer com menos, e se satisfazendo com menos ele libera o estoque de gordura para ser queimado com mais facilidade. O grande macete da dieta de comer menos não é apenas para a matemática do emagrecimento. Mas também para reprogramar o corpo obeso. Fazer ele funcionar em níveis normais.

É urgente encontra novas formas capazes de fazer com que o comer provoque menos interesse. Uma das maneiras é: quanto menos como, menos necessito, menos fome tenho, menos me atrai a comida.

E fora essa parte dos neurotransmissores influenciando a comermos mais, ainda tem a parte psicológica já abordado no capitulo anterior. Só que essa parte psicológica de sentir prazer ao comer também é por conta dos neurotransmissores. 

"A regulação da fome e da saciedade convive com o processo de gratificação já mencionado. Quando o nosso homem ingere seu hambúrguer, entra em ação os neurotransmissores que estimulam o centro do prazer. 

Um dos mensageiros químicos envolvidos na alimentação é a dopamina, neurotransmissor que produz sensações de satisfação e prazer. Pesquisas recentes revelam que as pessoas obesas possuem menos receptores de dopamina no cérebro. É possível que elas comam mais para compensar essa deficiência, procurando introduzir concentrações cronicamente altas de dopamina que derivam do hábito de comer mais.

A relação do obeso com a comida vai além da necessidade vital. Ele come também para manter todo este circuito de dependência funcionando, gerando neurotransmissores a níveis que está acostumado. É mesmo um laço de dependência. 

Temos que quebrar este clico para emagrecer, e emagrecer para quebrar este ciclo. Uma coisa leva a outra. Enfim, precisamos reprogramar o nosso corpo e a nossa mente.  Ser saudável de corpo e de mente. Ser donos conscientes de nosso corpo e nossa mente. E este processo requer muita dedicação. Mas no final, vai valer muito a pena. 

Em breve, a continuação da segunda parte!
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