quarta-feira, 19 de março de 2014

Quando as coisas não saem exatamente como o planejado

Eu sou uma pessoa bagunçada de natureza. Mas meu íntimo não gostaria de ser assim. Então eu tento ser organizada. E como tudo o que eu faço, eu exagero (ou pra mais ou pra menos).....enfim, isso não dá muito certo. Mas sou assim há tanto tempo, que nem sei como ser diferente. 


O fato é: eu planejo, planejo, planejo. Mas quase sempre as coisas não saem como o planejado. Sempre tem infinitas variáveis que no meio do caminho muda tudo. E eu ainda não sei lidar com isso. Não sei lidar como o fator surpresa. Não sei. Meu cérebro entra em pane, e tudo vira um caos.

Eu sei que eu preciso aprender a lidar com isso. Preciso aceitar que....bom, quem dera que as coisas se tornasse realidade do jeito que a gente planejou. Mas na realidade não é assim que acontecem. Eu preciso entender que planejar é bom, mas que o planejamento precisa ser flexível. Porque se ele for duro que nem uma pedra, ele vai quebrar. Mas se for elástico como borracha, ele vai para um lado, vai para outro, mas continua firme. Temos aquela sensação de querer tudo bem fundamentado, em uma base confiável, dura que nem pedra....mas na prática, isso é mesmo ruim. Os planos precisam ser mesmo é flexíveis.


Eu não sei como é que vou conseguir interiorizar isso. Mas terei que dar um jeito. Eu não posso jogar todo o plano fora porque alguma coisinha não saiu como planejado. Mas é isso o que eu faço. Ignorância. Eu sei. Mas é o que eu acabo fazendo. Eu preciso mudar. Ou meus planos nunca darão certo. Porque se eu entender que os planos nasceram inconstante e que vão sim sofrer mudanças ao longo do percurso, aí sim, terei uma chance de levá-los até o final. E esta é mesmo a parte mais importante: chegar ao final. Não importa quantas mudanças sofreu, plano bom é o que, no final, te leva a onde você realmente queria chegar.

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